Fellows Instituto Four

Sofia Leal



Sofia fez toda a trajetória escolar com bolsas de estudos. Hoje, cursa Administração de Empresas na FEA USP, ao mesmo tempo que trabalha. Fez parte de projetos extracurriculares da própria faculdade (Empresa Júnior, AIESEC, Enactus, Representação Discentes a nível FEA e USP) e projetos externos, como o Youth Voices Brazil, uma iniciativa do Banco Mundial com o objetivo de contribuir pelo desenvolvimento do Brasil através da Inclusão Produtiva do Jovem.



Tem orgulho de dizer que a sua principal conquista sempre foi ingressar na Universidade, a qual proporcionou inúmeras oportunidades impensáveis, a exemplo das premiações universitárias acumuladas, intercâmbio em sua faculdade dos sonhos SciencesPo, em Paris, estudando Economia Internacional, e diversas experiências no setor privado e público, mas acredita que as mais importantes e decisivas para a sua trajetória, determinando a "colheita" de todos esses frutos, foram as competições do Ensino Médio, como a medalha de prata na Olimpíada de História do Brasil, que ampliaram e contestaram sua visão de mundo ainda muito jovem.



Sofia tem estreita relação com os tópicos de sustentabilidade, inovação e economia, e entende que esse é o fator estratégico que proporcionaria ao Brasil a chance de, estrategicamente, crescer e ser um país de menor desigualdade, uma vez que, associando o último bônus demográfico e uma revolução nas matrizes produtivas do País, poderíamos conquistar essa força para amenizar o cenário de desigualdade do Brasil, compreendendo uma nova lógica produtiva envolvendo setor privado, público e sociedade civil. Esse é o seu tópico de maior interesse, que busca conciliar seus projetos, com os quais trabalha atualmente, com uma grande empresa multinacional de bens de consumo.



Sonha em ver as riquezas do Brasil serem convertidas em produtividade, e consequentemente na melhoria na qualidade de vida dos brasileiros. Dentro do ProLíder 2019, contribuiu para a expansão de uma iniciativa que busca incentivar e democratizar o acesso à leitura, a partir da construção de uma economia circular no ramo editorial, alcançando regiões periféricas do Brasil.